8º Leilão Anual AGRINDUS
Acontece hoje a partir das 14 hs na Fazenda Agrindus o 8º Leilão. A Laguna Gens e a CRV Lagoa estarão presentes no evento por mais um ano consecutivo. Confiram as fotos do local do evento!
Com o equipamento, consultores técnicos vão medir o valor proteico-nutricional das pastagens das propriedades dos clientes
Empresa nacional líder em nutrição animal, a Premix, através de seu coordenador técnico de Equinos, Thiago Centini, assessora o Haras Victória na melhora da performance dos animais, em especial, no aumento do ganho em altura de cernelha dos potros.
De propriedade de Geraldo Ribeiro de Mendonça, o haras está localizado no município de Orlândia (SP), onde abriga animais de excelente desempenho em hipismo, destacando-se entre os melhores da América Latina.
A Premix auxilia a propriedade em uma característica muito importante nos potros, que é o desenvolvimento de uma cernelha alta e pouco carnosa, região proeminente nos grandes quadrúpedes onde se unem as espáduas em forma de cruz. A assessoria também avalia o escore corporal, o peso e o desempenho atlético dos animais.
Pertence ao Haras Victória, a égua Premix Una Bella é a atual campeã sul-americana na categoria Júnior; campeã sul-americana de Juniores por equipes e vice-campeã por equipes da Copa das Nações, em Wellington (EUA).
Premix Zafira Utopia, outra égua do haras, é a atual vice-campeã de mini GP CSN do Torneio de Verão de São Paulo. Já o cavalo Premix Diamant Z sustenta o título de campeão Junior CSN do aniversário de São Paulo.
Os prêmios foram alcançados por Victoria Junqueira Ribeiro de Mendonça, que montou os animais. Com apenas 18 anos, a amazona, que é filha de Geraldo Ribeiro, acumula vários outros títulos, sendo reconhecida no Brasil e no exterior.
Além dos animais montados por Victória, outros também são destaque nos principais campeonatos do Brasil. É o caso de Lindsay HV, campeã final Potro de Futuro, na categoria seis anos, montada por Felipe Jacinto de Camargo Pacheco.
A égua Acarina, montada por Artemus de Almeida, sustenta o primeiro lugar na prova 1,40 CSI Summer Tour Curitiba; segundo lugar na prova 1,40 Indoor Curitiba; terceiro lugar na prova de 1,45 Indoor São Paulo e é a atual vice-campeã Mini GP Agromen, 1,35.
Thiago Centini lembra que o Haras Victória é modelo de administração e cuidado com equinos. “O trabalho técnico com os animais demonstra o comprometimento técnico e a eficiência dos produtos da Premix. Desta forma, vemos com grande satisfação os resultados expressivos dentro do hipismo brasileiro”, destaca.
O proprietário do haras se mostra muito satisfeito com a parceria. “Enxergo a Premix como uma empresa extremamente confiável, com produtos de ponta no mercado a que se propõe, mantendo os meus animais, tanto os atletas, como os da criação, em excelentes condições para poderem dar o retorno necessário, ressalta.
Sobre a Premix
O Grupo Premix tem como objetivo oferecer soluções em nutrição integradas. Com a missão de contribuir para evolução do agronegócio com um olhar no futuro, por meio de inovação, relacionamento e conhecimento compartilhado, o Grupo reúne as empresas Premix, indústria nacional líder em nutrição animal que atua há 38 anos no mercado, Green Fertilizantes e Sementes Paulista, e possui escritório central em Ribeirão Preto, interior de São Paulo.
A companhia oferece produtos de alta qualidade e consultoria especializada, disponibiliza aos clientes o seu know-how e produtos voltados para a qualidade do pasto, manejo correto e nutrição adequada de bovinos de corte e de leite, equinos, ovinos e caprinos conforme o clima e época do ano em cada região do País, categoria animal e fase de desenvolvimento.
Com moderna estrutura de produção e distribuição, a Premix também possui fábricas próprias em Patrocínio Paulista (SP), Presidente Prudente (SP) e Araguaína (TO), além de centros de distribuição em Juara (MT), Itumbiara (GO), Maringá (PR) e Campo Grande (MS). A companhia investe constantemente em inovação e desenvolvimento tecnológico de novos produtos com pesquisas e parcerias com as mais renomadas instituições de ensino do Brasil.
Série de vídeos faz parte do projeto Premix@deValor e traz assuntos atuais sobre temas ligados à atividade pecuária
Foram 12.078 kg de leite produzidos em 305 dias; propriedade também obteve a maior média individual do Estado
O Sítio Recanto do Gigica, localizado no município de Itapeva (MG), assessorado pela Premix, empresa nacional líder em nutrição animal, alcançou a maior média de produção no Estado de Minas Gerais, com 12.078 kg de leite em 305 dias. A fazenda também obteve a maior média individual do Estado com a vaca Boscatti Imaculada Mistral, que produziu 74,5 kg de leite/dia.
A propriedade, pertencente a Djair Boscatti e Gianfranco Tomazzini Boscatti, está entre as maiores produtoras de leite do Estado. O trabalho de suplementação, desenvolvido pelo consultor técnico e coordenador de Pecuária Leiteira da Premix, Liéber Garcia, foi aferido pela Associação dos Criadores de Gado Holandês de Minas Gerais (ACGH-MG), obtendo a maior média em rebanhos de 75 a 100 animais controlados.
O trabalho começou em novembro de 2015, quando a Premix foi convidada a aprimorar um núcleo especial que já era utilizado na propriedade com objetivo de incrementar a produção e, ao mesmo tempo, oferecer segurança alimentar e longevidade aos animais do rebanho. “Foi a partir deste desafio que nasceu o Neo Lactus Premium, recém lançado pela Premix. O produto oferece maior segurança na dieta, com o controle da acidose, que é um desbalanceamento entre fibras e concentrado, além de promover o aumento dos sólidos no leite e reduzir as infecções. Também melhora a qualidade dos cascos e produz aumento da longevidade das vacas.”, lembra Liéber.
“Foram utilizados como parâmetros para o desenvolvimento do novo produto as vacas em lactação da propriedade, produção diária média, produção de leite comercializado, produção de vaca/dia e produção de leite/mão de obra, ou seja, a diluição dos custos com mão de obra”, explica.
As 101 vacas em lactação produziram uma média de 36,71 kg de leite/animal/dia, um aumento de 14,75% em relação à produção de 2015, que registrou 31,99 kg/animal/dia. A produção diária média do rebanho registrou 3769,4 kg/dia, 5,8% a mais em relação ao ano de 2015, cuja média foi de 3562,7 kg/dia. Já a produção de leite comercializado aumentou 7,2% em relação ao ano anterior, com 20,15% de aumento na eficiência na produção de leite com a mesma mão de obra.
Gianfranco Tomazzini Boscatti, proprietário da fazenda, comenta que ao iniciar a conversa com a Premix apresentou as necessidades da propriedade com relação à empresa parceira na nutrição. Ele necessitava de um produto que atendesse ainda mais a demanda nutricional de animais de altíssima produção, suporte técnico e custo x benefício compatíveis com a situação econômica da pecuária leiteira nacional. “A Premix colocou tudo isso em um pacote e nos apresentou”, comenta.
“Nutricionalmente o novo produto é muito seguro. Fornece todos os macro e micro minerais e vitaminas que meus animais necessitam para que obtenham o melhor desempenho. As vacas recebem agora uma dieta desafiadora em termos de carboidratos e, com os aditivos presentes no produto. Dessa forma há um melhor aproveitamento dos alimentos presentes na dieta, melhorando a produtividade a cada dia”, conclui.
O próximo desafio da Premix é ampliar a produção leiteira através da utilização do novo produto Neo Lactus Premium e auxiliar a propriedade a fazer da vaca Boscatti Imaculada Mistral a recordista mineira e brasileira em produção de leite a manter-se no topo da categoria.
Sobre a Premix
O Grupo Premix tem como objetivo oferecer soluções em nutrição integradas. Com a missão de contribuir para evolução do agronegócio com um olhar no futuro, por meio de inovação, relacionamento e conhecimento compartilhado, o Grupo reúne as empresas Premix, indústria nacional líder em nutrição animal que atua há 38 anos no mercado, Green Fertilizantes e Sementes Paulista, e possui escritório central em Ribeirão Preto, interior de São Paulo.
A companhia oferece produtos de alta qualidade e consultoria especializada, disponibiliza aos clientes o seu know-how e produtos voltados para a qualidade do pasto, manejo correto e nutrição adequada de bovinos de corte e de leite, equinos, ovinos e caprinos conforme o clima e época do ano em cada região do País, categoria animal e fase de desenvolvimento.
Com moderna estrutura de produção e distribuição, a Premix também possui fábricas próprias em Patrocínio Paulista (SP), Presidente Prudente (SP) e Araguaína (TO), além de centros de distribuição em Juara (MT), Itumbiara (GO), Maringá (PR) e Campo Grande (MS). A companhia investe constantemente em inovação e desenvolvimento tecnológico de novos produtos com pesquisas e parcerias com as mais renomadas instituições de ensino do Brasil.
Fonte: Premix
Definimos ruminantes como os animais que conseguem digerir e aproveitar os nutrientes de origem vegetal, como as forragens. No entanto, isso só é possível devido a uma simbiose mutualística, com microrganismos presentes no rúmen dos bovinos, como as vacas leiteiras.
A forragem ingerida consegue ser fermentada por esses microrganismos, ou seja, ela serve de alimento para bactérias, protozoários e fungos, e os mesmos devolvem aos bovinos nutrientes como energia, proteína e alguns minerais e vitaminas, oriundos dessa fermentação.
Essa degradação dos alimentos no rúmen deve seguir uma ordem de equilíbrio de nutrientes, como energia fermentável no rúmen, proteína degradável no rúmen, minerais e vitaminas para que, tanto a vaca (animal hospedeiro) quanto os microrganismos sejam bem nutridos, a fim de expressarem seu potencial genético para a produção leiteira.
O problema é que essa degradação ruminal produz, dentre outros compostos, CO2, CH4 (metano), lactato e ácidos graxos voláteis (AGVs), sendo que o CO2 e o CH4 serão eructados pelo animal, caracterizando uma perda de energia da dieta. Portanto, se minimizarmos as produções de CH4 e ácido láctico e oferecermos energia e proteína fermentável em equilíbrio, teremos uma melhor eficiência na utilização dos alimentos pelo animal, e, consequentemente, um melhor desempenho zootécnico (ganho de peso, produção leiteira, reprodução).
Dependendo do nível nutricional do animal e dos alimentos disponíveis para balancearmos as dietas, devemos lançar mão dos chamados aditivos alimentares, substâncias orgânicas ou inorgânicas que são adicionados aos alimentos dos animais com alguns objetivos, nesse caso, para fermentação ruminal ou proteção da saúde do animal, que poderemos resumir em:
– Melhorar o crescimento microbiano;
– Minimizar, eliminar ou alterar os processos ineficientes de digestão;
– Minimizar, eliminar ou alterar os processos prejudiciais ao animal hospedeiro.
Podemos traduzir esses objetivos para a prática como sendo: produção leiteira abaixo do potencial genético do animal; problemas de cascos; baixa qualidade no leite, sendo o produtor penalizado; baixa resposta imune; problemas reprodutivos; infecções e descarte involuntário de animais.
Portanto, quanto maior o nível de produção do animal, maior será o desafio em manter altas produções, manejo reprodutivo e longevidade do animal no rebanho leiteiro.
Dentre os aditivos alimentares, podemos citar: adsorventes de micotoxinas, paredes de leveduras e biotina, que irão atuar diretamente na saúde do animal; tamponantes, ionóforos, probióticos, leveduras e óleos essenciais, que, neste caso, irão atuar na fermentação ruminal, ora dando condições de crescimento para bactérias benéficas ao sistema, ora eliminando bactérias maléficas ao sistema fermentativo.
Adsorventes de micotoxinas são substâncias inertes por todo o trato gastrointestinal do animal, que terão a finalidade de “ligar e arrastar” prováveis micotoxinas (Aflatoxina, DON, Zearalenona, etc.) presentes em alimentos “ardidos”, com fungos, como as silagens e grão mofados. Eliminando estes compostos, haverá um incremento em ganho de peso, produção leiteira e, principalmente, no quadro reprodutivo do rebanho.
A biotina é uma vitamina do complexo B que atua na prevenção de problemas relacionados com os cascos. Sabemos que o manejo do piso onde os animais se locomovem tem mais efeito sobre os problemas dos cascos. Portanto, antes de partir para o uso deste aditivo, é importante averiguar se o piso está de acordo, caso contrário, o efeito esperado não poderá ser alcançado. Estudos mostram que a suplementação de 20 mg/dia de biotina é suficiente para os benefícios em dureza dos cascos e produção leiteira incrementada. Seu uso no período chuvoso auxilia no tratamento e prevenção de infecção nos cascos.
Tamponantes: neste caso, o bicarbonato de sódio, associado ao óxido de magnésio, quando utilizados, deverão equilibrar o pH, aumentando-o e estabilizando-o de maneira que não prejudique, principalmente, as bactérias que degradam fibras. Estas são as mais sensíveis a oscilações no pH ruminal. Uma vez prejudicadas as condições, a fibra da dieta deixará de ser degradada, acarretando queda na produção, baixos níveis de gordura no leite e produção de ácido láctico por bactérias que crescem em pH ácido, levando inclusive a problemas de cascos. Nos animais em estresse calórico (principalmente no verão), que não têm um sistema de sombreamento/resfriamento adequado, seu uso é imprescindível, pois nessas condições o animal deixa de ingerir alimento (principalmente fibra), podendo diminuir a produção leiteira, além de cair a qualidade em termos de gordura, podendo o produtor ser penalizado pelo laticínio.
Os ionóforos são antibióticos que selecionam bactérias. Neste caso, as produtoras de ácido lático e metano são eliminadas do ambiente ruminal, melhorando os casos de acidose ruminal e incrementando a eficiência energética do sistema, fazendo com que o animal produza mais leite. Seu uso deverá ser bem avaliado, pois poderá restringir, dependendo do nível, a ingestão de matéria seca, podendo este efeito ser benéfico ou não. O principal benefício de seu uso será o aumento na produção de leite devido ao aporte de energia ao sistema nutricional da vaca.
Probióticos e leveduras são compostos metabólicos e/ou organismos vivos que favorecem o crescimento microbiano ruminal, ora eliminando compostos tóxicos (lactato), ora melhorando o ambiente ruminal. Suas enzimas melhoram a degradação dos nutrientes das dietas (principalmente as fibras), favorecendo o incremento produtivo e reprodutivo. Estudos recentes demonstram os efeitos benéficos em animais com estresse calórico e melhora na resposta imune do animal, melhorando a longevidade dos mesmos no rebanho. Em fazendas onde o volumoso é de baixa qualidade, o seu uso melhorará a digestão deste alimento, podendo aumentar a produção.
Óleos essenciais são polímeros de ácidos graxos, tóxicos para algumas bactérias presentes no rúmen, principalmente as produtoras de metano. Seu uso tem incrementado a digestão fibrosa e redução na produção de metano pela fermentação, impulsionando a produção dos animais. Portanto, haverá uma melhor resposta na melhoria da composição do leite, principalmente em teores de gordura, podendo o produtor ser melhor remunerado pelo laticínio.
Em resumo, o produtor deverá buscar produtos de suplementação no mercado que auxiliem seu rebanho em dois pontos fundamentais para a produtividade de suas propriedades:
Aumento da produção de leite:
– Maior segurança na dieta, com o controle da acidose;
– Aumento dos sólidos no leite;
– Redução de infecções;
– Melhora na qualidade dos cascos.
Aumento da longevidade das vacas em até um ano.
Liéber Garcia é mestre em zootecnia e coordenador de pecuária leiteira da Premix
Fonte: PREMIX
Ação reforça um dos pilares de marca da empresa que é o conhecimento compartilhado
A Premix recebeu a auditoria do IBD – Associação de Certificação Instituto Biodinâmico, em sua fábrica de Presidente Prudente (SP), no dia 17 de novembro e em sua fábrica de Patrocínio Paulista (SP), no dia 02 de dezembro.
A maior certificadora da América Latina renovou a certificação orgânica dos produtos Premiphós 40, Premiphós 60, Premiphós 80, Premiphós 60 Orgânico, Premiphós 80 Orgânico, Premiphós Monta, Fós Premium e o aditivo Fator P.
Os insumos estão em conformidade com as normas do Ministério da Agricultura do Brasil; do IFOAM (International Federation of Organic Agriculture Movements), da Inglaterra; USDA, dos Estados Unidos; JAS, do Japão; DEMETER International; COR Canadense e com as diretrizes do regulamento orgânico Europeu.
Desde o início do projeto, em 2014, as duas unidades mantém a certificação de seus produtos orgânicos. O coordenador de Qualidade, Bruno Amparado, ressalta que a Premix, juntamente com o IBD, preza pela filosofia do compromisso com a Terra e o com o homem, assegurando o respeito ao meio ambiente, boas condições de trabalho e produtos altamente confiáveis.
O coordenador ainda destaca o trabalho dos colaboradores que, em conjunto com o setor de qualidade, contribuíram para a conclusão da certificação sem nenhuma restrição. “O empenho de todos, direta e indiretamente, foi de grande importância para, com maestria, fecharmos mais uma vez esta meta de grande importância para a empresa”, ressalta.
Sobre a Premix
O Grupo Premix tem como objetivo oferecer soluções em nutrição integradas. Com a missão de contribuir para evolução do agronegócio com um olhar no futuro, por meio de inovação, relacionamento e conhecimento compartilhado, o Grupo reúne as empresas Premix, indústria nacional líder em nutrição animal que atua há 38 anos no mercado, Green Fertilizantes e Sementes Paulista, e possui escritório central em Ribeirão Preto, interior de São Paulo.
A companhia oferece produtos de alta qualidade e consultoria especializada, disponibiliza aos clientes o seu know-how e produtos voltados para a qualidade do pasto, manejo correto e nutrição adequada de bovinos de corte e de leite, equinos, ovinos e caprinos conforme o clima e época do ano em cada região do País, categoria animal e fase de desenvolvimento.
Com moderna estrutura de produção e distribuição, a Premix também possui fábricas próprias em Patrocínio Paulista (SP), Presidente Prudente (SP) e Araguaína (TO), além de centros de distribuição em Juara (MT), Itumbiara (GO), Maringá (PR) e Campo Grande (MS). A companhia investe constantemente em inovação e desenvolvimento tecnológico de novos produtos com pesquisas e parcerias com as mais renomadas instituições de ensino do Brasil.
Fonte: Premix